Com Margarida Couto – Directora Executiva da Fundação Vieira de Almeida
Como descreve o seu estado de espírito actual?
Expetante
Qual o seu maior receio neste momento?
Que a guerra Russia/Ucrania seja o início da 3ª guerra mundial
Qual a maior extravagância que por estes dias lhe apetece fazer?
Parar essa guerra
Qual a frase/expressão que mais tem utilizado ultimamente?
“Change before you have to”
Fez alguma descoberta acerca de si própria durante o confinamento?
Que gosto de estar com pessoas mais do que pensava
Fez alguma descoberta acerca dos que lhe são próximos durante o confinamento?
Que nem todos privilegiam o contacto com os outros sobre a (pseudo) “segurança” tanto quanto deviam/eu pensava
7. Qual tem sido a sua ocupação favorita?
Aprender coisas novas
Se tivesse mais uma vida o que faria com ela?
Aprender ainda mais coisas novas
O que gostaria que fosse diferente depois da pandemia?
A capacidade de olhar pelos outros tanto quanto olhamos “pelos nossos”
O que gostaria que se mantivesse?
O contacto físico/presencial, e tudo o que vem com isso
Qual a sua fonte principal de notícias actualmente?
O Expresso e o algoritmo do google
Que livro recomendaria nesta altura?
21 Lições para o Século XXI
Qual foi o último espectáculo a que assistiu (cinema, teatro, concerto…)?
Terá sido de cinema, mas não sei dizer que filme era
Como vê o papel das Fundações face à turbulência em que vivemos?
Absolutamente Fundamental, se quisermos que a rede social se mantenha e suprima as muitas falhas do Estado
Qual a sua banda sonora para estes dias?
Não sou de bandas… A ser alguma, continuariam a ser os Beatles, uma rutura harmoniosa com o passado, qual ponte para o futuro